Através
de núcleos de diálogos e práticas desenvolvemos
projetos e oficinas relacionados às novas formas de pensar
e agir no mundo moderno.
Dentre
os muitos mal-estares, sejam eles da civilização,
descrito por Sigmund Freud, ou da Modernidade, analisado por Henri
Lefebvre, nos deparamos com nosso próprio mal-estar: em
conflito estão contrapostos a visão que transcende
as possibilidades deste mundo e a aparente impotência frente
a persistência das coisas como estão.
O
processo de construção e desconstrução
das mentalidades e discursos, automatizados pelo nosso cotidiano
massificante, exige de nós outras formas de comunicação,
reflexão e aprendizado.
A
tentativa de construção de um sistema de ensino
inter-pedagógico se encontra, portanto, como orientação
basilar. Professor e aluno não mais são hierarquias
válidas.